17/09/16



Não adianta...

Pode o tempo passar, arrastado ou ligeiro, alguns valores íntimos não mudarão jamais. Principalmente quando se acredita que estão relativamente certos (porque o absolutismo no momento é algo só pra soberanice).

Se me dói, pode ser por algumas razões: por orgulho, por egoísmo, por idiotice, por baixa auto-estima, ou apenas por ser doloroso mesmo. E por que não?

E se me dói, chove por dentro. E se chove, fico alagada e seca ao mesmo tempo. Entende? Se entende, aconteceu empatia. Agradeço. Se não entende, espere um dia de chuva por dentro, daquela que não para por um bom tempo. E quando parar, veja se ainda há chuva pra cair e escorrer pelos olhos.

Esses dias marcam, assim como os dias de sol. São dias intensos, onde os extremos tatuam na alma momentos que não se apagam. Sejam eles bons e brilhantes ou ruins e frios. Não importa. Dias assim é que te acordam e te mostram que há vida lá fora, mas que é aqui dentro que as histórias acontecem. O resto é apenas reflexo.



Leca Castro - 17/09/2016


03/05/16



Quando a mentira é criada com muita convicção, a própria pessoa que a cria se torna sua maior vítima. É necessário tanto esforço pra divulgar uma mentira e deixar rastros pra que ela seja vista como uma verdade, que ela se torna a verdade mais verdadeira ao seu redor.

Por isso desconfio de "verdades" que precisam de propaganda para se manterem. Verdade simples é simples. Não precisa se manter em pé, ela já anda por si só. Não precisa se reafirmar sempre porque ela não tem necessidade de provar nada.


Somos capazes de pensar e tomar decisões, mas não conseguimos distinguir mentiras de verdades. Precisamos observar mais. Onde há muita propaganda, muito esforço em se provar algo, muito holofote em cima... Observe.

A verdade não precisa de provas. Ela é inocente desde sempre. Ela não mente. Observe e verá a razão onde menos espera encontrar.

Leca Castro - 03/05/2016

15/04/16



Belas, não apenas pelas pérolas que produzem, mas pela esperteza de viverem fechadas para o mundo, as ostras só abrem suas conchas para se alimentarem. E só nesse momento é que algum elemento estranho pode entrar e ser coberto por uma camada de madrepérola, depositado pela ostra, como forma de defesa. E depois de três anos, temos uma pérola.

Assim sou eu e assim são muitas pessoas. Sou ostra. Vivo meus dias fechada e quando me permito absorver algum alimento que venha de fora de mim,o faço por necessidade.



Não sou concha, sou ostra. Vou alimentando meu ser aos poucos e, raramente, algo estranho me toca e destilo minha proteção. Quantas pérolas já produzi? Não sei dizer, mas sei que esse "algo" estranho que me penetra, dali não sai mais.

Coleciono grãos... sou fechada. Preciso ser fechada. O externo me dói e manter defesa sempre armada é cansativo. Por isso vivo apenas dentro. Se abro, é apenas para sobreviver.

Leca Castro - 15/04/2016

14/04/16


Entendo hoje que, um dia não ser igual ao outro não é apenas o fato de que as horas passam. Quer dizer também que nós mudamos internamente, que nunca somos os mesmos e que cada um de nós é diferenciado.

Significa que a cada dia temos a oportunidade de escrevermos nossa história de forma diferente.

Significa que o tempo faz com que tenhamos uma visão diferente dos fatos em função da vivência que vamos adquirindo.

Significa que depois de um ano inteiro sem direcionar uma palavra ao blog, volto de onde parei. Mas volto refeita de algo. Volto recomençando em outro algo. Mas o que mais importa é que volto.


Meu maior trabalho hoje é aprender a lidar com os "nãos" do meu caminho, mas uma Anja me mostrou (de novo) que posso fazer isso. E farei.

E que esse recomeço seja bem vindo. Sejam bem vindos comigo.


Leca Castro - 13/04/2016

25/05/15




Livro: REGISTROS DE UMA CROHNista
Autora: Alessandra Vitoriano de Castro
Preço: R$ 35,00 (frete já incluso)




A doença de Crohn, apesar de não ser uma enfermidade rara, é muito pouco divulgada. A autora busca neste livro promover essa divulgação, juntamente com a AMDII (Associação Mineira dos Portadores de Doenças Inflamatórias Intestinais), entidade fundada por pacientes acometidos pela doença.

A autora, e também paciente, presidiu a AMDII por mais de dez anos, e dessa experiência, surgiu a intenção de compartilhar sua visão, juntamente com outros pacientes e profissionais da área da saúde, sobre os registros do período de adaptação e convivência com a enfermidade, que não foram nada fáceis, mas que poderiam auxiliar a pacientes ou profissionais, para um melhor entendimento sobre a doença de Crohn.

A AMDII foi responsável pelo crescimento pessoal da autora em relação à doença, tendo proporcionado reunir contatos com outras associações e outros pacientes, nos quais contribuíram para outras formas de pensar a abordar a doença.





Alessandra é graduada em Enfermagem pela PUC Minas e tem se dedicado a tratamento de feridas e cuidados em ostomia. Possui uma experiência mais teórica sobre a doença por estudos próprios, participação em Congressos, viagens, reuniões, eventos. 
Sua batalha com a doença continua e, após o término do livro, já passou por mais duas cirurgias, sendo que, em uma delas o estoma foi recolocado no outro lado do abdômen. Sua vida segue com as limitações oriundas da enfermidade, mas seu esforço em melhorar física e emocionalmente continuam.



Logotipos de meios de pagamento do PagSeguro

31/03/15

Não se perca em seus próprios valores.

Saiba definir o que realmente é importante e vale à pena na sua vida.

Dê mais valor ao que não é efêmero.

Não deixe que o que for realmente importante pra sua vida vá embora. Nem coisas, nem pessoas.


Com o chegar dos anos você percebe que deixou pra trás o que deveria estar com você hoje.

Tome decisões olhando os dois lados, sempre.

E se um dia, se sentir culpado por alguma escolha errada, tudo bem. Mas se arrependa de verdade pra que a culpa não te consuma. Se possível, resgate isso. Se não, apenas aceite e continue a caminhada.

Na hora da luta pesada, não espere nada de ninguém. Ela é apenas sua, individual. O mérito precisa ser seu. Aceite um colo, um ombro, um ouvido. Mas lute sozinho.

Não se tem essa visão nos tenros anos, na pouca experiência, mas com o tempo você vai deixando o entendimento entrar. E percebe que deixar algo ir é importante. Mas tentar evitar que algo/alguém se vá é mais importante ainda.

Leca Castro - 31/03/2015

25/03/15


Se é verdade que a vida nos prega peças, prefiro encarar como pequenas lições. Aliás é apenas questão de ponto de vista. E sempre que sofremos um baque qualquer, a culpa não é da vida nem de outra pessoa, é apenas nossa. Só somos atingidos porque permitimos.

A gente se acha muito dono da verdade em relação a sentimentos e comportamentos, mas esquecemos que nossa verdade é relativa. Por isso ela é apenas nossa. A verdade do outro pode ser igual mas também pode ser diferente. E o respeito que deveríamos ter, não é o mesmo que queremos?

E será que vale à pena abrir mão de algumas coisas e pessoas só por não aceitarmos verdades e pontos de vista diferentes dos nossos? É assim que planejamos viver pra sempre? Conquistando e largando? Não reter pessoas é atitude nossa. Deixar ir é aceitar a partida do outro. São coisas diferentes.

Não acredito em atitudes covardes em que as pessoas agem justificando que estão fazendo o melhor "para o outro", sem mesmo consultar esse outro. Donos da verdade? Será que é o melhor mesmo pro outro ou pra si? E digo covarde porque o orgulho é tão imenso que não deixa que a pessoa enxergue um centímetro além.



Não permita que sua vida seja pautada pelo que você pensa apenas. Tente ver o pensamento de quem está com você também. Se coloque no lugar do outro antes de tomar decisões que interferem na vida de pessoas além da sua.

Equilibre sua razão com sua emoção. Pondere. Seja altruísta.

Caridade com você mesmo e com os outros. Sem isso, a vida é vã.

Leca Castro - 25/03/2015

12/03/15


E quando você acha que já sentiu todas as dores imagináveis, a vida te mostra que o que não falta é dor nova pra sentir. E se é verdade que a dor nos ensina e que evoluímos através dela, eu aceito e agradeço a oportunidade. Mas tem momentos que realmente bate o pânico, o desespero, a vontade de sumir.

Por isso eu digo sempre que me sinto uma estranha nesse mundo, uma ET no meu próprio planeta. Não vejo solidariedade, só vejo pessoas que querem se dar bem, "aproveitar" a vida, ter facilidades em tudo, ser o melhor. Meu conceito de "viver" é muito diferente de tudo isso. É bem mais que existir.

Viver em um ambiente, seja ele virtual ou não, onde uns se preocupam com os outros, onde não há tanta desconfiança, onde se mostrar é um prazer e não uma necessidade, onde os melindres cedam espaço ao entendimento.



Mas os infernos diários que me chegam trazem junto um pouco de desesperança, uma vontade louca de viver em outro mundo. Só queria espelhos humanos, pessoas que refletissem o que penso, que me mostrassem que não sou tão sozinha assim, que ainda existe a esperança em tom verde. Um mundo real, sem tanta raiva, sem tantos "pé atrás", com possibilidades de ações no bem.

Hoje a tristeza tomou conta, como há muito não acontecia. Hoje o choro rolou solto, com testemunhas da minha dor e eu nem me preocupei com isso. Hoje eu fui eu. Pena que foi a minha pior parte que apareceu. A melhor, ninguém ainda quis...

Leca Castro - 12/03/15

10/03/15

Mais um post da Blogagem Coletiva do Blogs Up. Dessa vez resolvi fazer uma série de perguntas com algumas pessoas que também frequentam o grupo e o tema é INSPIRAÇÃO. Espero que a leitura seja útil pra vocês.

As pessoas que responderam:

Knuckles Tyro, 26 anos, Blog Viiish

Thales, 20 anos, Deveras Sente

Michelle, 18 anos, Navast

Susanne Cabral, 24 anos, Dona Roliça

Jennyfer Aguillar, 17 anos, Little Wonders

Jéssica Rosa, 23 anos, Ideias Esdrúxulas


1- Você precisa de inspiração para criar uma postagem para o seu blog ou é algo que faz naturalmente?

Knuckles - Faço naturalmente, na medida que vou passeando pela internet e vejo algo possívelmente interessante ou engraçado, já me vem na cabeça o que fazer com aquela imagem.

Thales - Não, meu blog é pessoal e normalmente eu escrevo sobre o que sinto ou minha opinião sobre algo então flui naturalmente.

Michelle - A inspiração fica nos pequenos detalhes do espaço em que estou. As vezes faço naturalmente, mas muitas das vezes é algo com inspiração.

Susanne - Geralmente, uso casos da minha vida ou que as meninas que curtem a página me sugerem. Depende muito do meu humor. Minha inspiração pra posts sérios, revoltados ou tristes são em dias que eu to me sentindo mesmo assim, brava, triste, irritada. Pra posts felizes, eu geralmente pego inspiração das meninas que estão sempre comentando e curtindo as minhas coisas. Por sorte, eu tenho leitoras participativas que são quase minhas amigas.

Jennyfer - Depende muito, geralmente eu faço uma postagem naturalmente, mas tem dias que a inspiração simplesmente não vem, aí a gente recorre a uma olhada em outros blogs, procurar diversos assuntos e tentar se inspirar.

Jéssica - Os dois. Têm certos momentos que o tema para minha postagem vem naturalmente na minha cabeça, e tem outros momentos que fico praticamente dependente de algum tema.


2- Em que ou quem você se inspirou para criar o seu blog?

Knuckles - Minha inspiração foi o pessoal do LeNinja (www.leninja.com.br). Tanto o blog quanto o canal, eles são um norte para o que eu e o resto dos meninos queremos fazer com o nosso blog.

Thales - Eu já escrita no tumblr, só quis passar minhas escritas pra outro lugar afinal tumblr é um mundinho muito fechado. Não me inspirei em ninguém.

Michelle - Em mim, na minha vontade. O blog foi mais um desafio que eu me impus. Eu me desafiei a criar uma coisa nova.

Susanne - Eu me inspirei na vontade de passar para outras meninas acima do peso que elas não precisam se menosprezar por isso. Por muito tempo, eu me massacrava por ser gorda, fora dos padrões de beleza, e eu consegui vencer isso e me sentir bem comigo, com meu corpo, me sentir bonita e não ter vergonha de nada. Queria despertar isso em mais mulheres e homens por ai que sofrem porque não estão nos padrões.

Jennyfer - Minha inspiração não vem de nenhuma blogueira e sim de uma amiga muito especial que me apresentou a música que deu origem ao nome do blog, além de me inspirar com o nome, ela também me inspira em textos que eu faço especialmente para o blog.

Jéssica - Bom, comecei graças ao Orkut, lá tinha várias comunidades que o povo ficava postando os seus blogs atualizados, e eu ia entrando em cada blog e ficava cada vez mais interessada em criar um. 



3- Quando vem a inspiração para uma postagem, você se isola ou independe do lugar em que está?

Knuckles - Eu preciso de silencio para organizar a ideia, e montar ela, não preciso me isolar, mas preciso de uns minutos para imaginar a postagem

Thales - Eu escrevo onde eu estiver, no bloco de notas do celular, no micro do trabalho, na faculdade...Onde for.

Michelle - Eu me deixo levar. Independente da onde eu estou. As vezes coloco o fone, e me isolo de tudo. Podem me chamar, gritar mas eu raramente irei dar atenção.

Susanne - Independe. Eu já tinha inspiração até na fila do banco, escrevo rascunhos no celular e depois completo quando posso.

Jennyfer - Independe, mas é importante eu não me distrair,mesmo estando no lugar mais barulhento da casa, preciso sempre anotar uma ideia aqui, outra acolá, ou mesmo já começar a escrever para postar.

Jéssica - Independe do lugar, com o celular na mão eu aproveito a inspiração que estou no momento e fico digitando palavras-chave para futuras postagens.


4-  Você "chama" a inspiração ou espera ela aparecer?

Knuckles - Nenhuma das duas, como eu disse ela está sempre comigo, só precisa de um estímulo, que são as imagens e vídeos da internet.

Thales - Depende, as vezes chamo por que escrever me faz bem, me alivia e preciso desse alivio, as vezes simplesmente deixo acontecer.

Michelle - Wool, e agora. Tudo o que eu vejo eu me inspiro em algo. Não sei se chamo, acho que ... nossa que dificil. Ambas as partes? (risos)

Susanne - Quando são posts de coisas que eu sinto, eu espero aparecer. Quando é de coisas que me pedem pra falar sobre eu vou atrás. Estudo os assuntos e me empenho pra escrever, até porque eu sempre deixo aberto pra quem quiser me pedir mais informações, então gosto de estar bem informada.

Jennyfer - Geralmente ela aparece, ou me persegue kkk, o que quer que seja, eu tenho bastante criatividade, busco sempre inovar e a inspiração vem de todo lugar, mas é claro que às vezes tem que ter um empurrãozinho, aí eu leio um pouquinho, ouço uma música e tudo flui como deve ser.

Jéssica - Os dois. Tem certos dias que a inspiração aparece do nada, e tem outros que eu preciso ficar procurando algo para poder me inspirar.


5-  Você precisa de inspiração para viver?

Knuckles - Ah inspiração é algo que move qualquer pessoa, se sentir inspirado lhe faz correr atras de objetivos, de conseguir coisas, a inspiração não é essencial, mas é importante para sempre se conseguir algo mais! :D

Thales - Viver já é inspirador.

Michelle - Minha inspiração é minha fé de que um dia verei o Senhor como ele é. Então sim.

Susanne - Constantemente. Eu odeio rotina, odeio ficar sempre na mesma, odeio o que fica parado. Todos os dias eu preciso me inspirar pra trabalhar, pra tudo. Quando me falta inspiração, eu desmotivo, fico mal, com preguiça. Preciso de coisas que me despertem a vontade de viver cada dia, que me inspirem a ser melhor diariamente.

Jennyfer - Com certeza, sem inspiração eu acredito que não seria eu mesma, até porque grande parte do que eu faço vem da minha inspiração, aí se eu não tivesse, não seria completa.

Jéssica - Acho que inspiração não é uma necessidade tão importante para  viver. Ela é apenas algo essencial para tornar a vida mais bela e significativa. Digamos que é mais um tempero para vida ficar mais gostosa.


Legal ver as opiniões diferentes, um pouco da intimidade de cada um. Pra mim, a inspiração é como o estímulo que preciso para escrever. Às vezes até quero colocar meus pensamentos na tela, mas falta esse envolvimento. Escrever exige que eu coloque pensamentos e sentimentos em ordem. E nem sempre estou aberta a isso porque sei que pode vir a doer. E a partir do hábito de escrever fui aprendendo a me conhecer mais, passou a ser um exercício quase que diário. Mas nem tudo é publicável (risos).

Agradeço a colaboração do pessoal do Blogs Up e que seus blogs possam, cada vez mais, conquistar seus objetivos!


"Que a inspiração chegue não depende de mim. A única coisa que posso fazer é garantir 
que ela me encontre trabalhando."
Pablo Picasso


Leca Castro - 10/03/15

09/03/15


Não gosto de escrever sobre políticos, nem de discutir a respeito, mas o que ouvi ontem me deixou tão estarrecida que preciso colocar pra fora. Durante o pronunciamento da Dilma, que nem achei tão ruim como dizem, ouve uma onda de protestos pelo Brasil com as panelas sofrendo o golpe das colheradas. Até aí, tudo bem, somos uma democracia.

Mas o "fora Dilma" começou a me incomodar. E em seguida ouvi "vaca", "morre, Dilma!" e alguns outros xingamentos menos marcantes.



Sobre o "fora Dilma" eu espero que quem gritou ontem tenha consciência de que tirá-la da presidência vai fazer com que seu vice assuma, e não o Aécio. Claro que tem uns detalhes nessas questões mas a grosso modo é isso.

Sobre o "vaca" ser levado como xingamento, fico indignada. Quem gritou isso não o fez se referindo à fêmea do touro, mas pra substituir termos como "vagabunda", "vadia", "prostituta". Como se isso já não fosse imoral o suficiente por desmerecer as mulheres que vendem seu corpo, ainda em pleno dia de comemoração do dia internacional da mulher. Irônico, não? Irônico e ridículo.

E pra finalizar, o "morre, Dilma!". Sinceramente? Acho que o ser humano chega ao fundo do poço quando acha que desejar a morte de alguém é algo digno. Pena de morte pra quê, né? Me senti em plena Idade Média, desejando que algum criminoso fosse pra forca. Céus... eu juro que viver em um mundo assim não me atrai. Por isso me sinto desajustada, fora de lugar, sem chão. Cada vez quero me socializar menos.

Democracia é uma coisa. Falta de respeito é outra, bem diferente. E que fique claro aqui que em momento algum me posicionei como partidária de algum político, apenas como uma brasileira que sentiu muita vergonha do que fizeram com a democracia adquirida em seu país.

Leca Castro - 09/03/15

RSS Feed Siga-me no Twitter!