Mais um tema da Blogagem Coletiva do Blogs Up. Dessa vez é sobre o cuidado...
Desde pequena, sempre me senti a protetora dos meus coleguinhas. Tomava conta pra que não se machucassem e ficava brava quando eram descuidados. E fui assim também com meu irmão, meus pais, meus avós, primos. todos em geral.
À medida que fui crescendo aprendi a cuidar de mim, mas continuava com a preocupação com os outros, apenas era mais forte com quem realmente eu me importava. Eu tinha 19 anos e no serviço já me chamavam de "mãezona". Era um apelido carinhoso e eles sabiam que podiam contar comigo.
Claro que nem todos entendiam meu cuidado e me julgavam, pensavam ter um interesse por detrás, achavam que era um jogo pra aparecer, chamar a atenção ou até mesmo, pra conquistar. E nunca foi. Até pra com quem eu gostava (romanticamente falando) eu agia da mesma forma, mas de um jeito mais particular.
E hoje, mesmo sendo mãezona de verdade (tenho uma filha), ainda tenho esse hábito de querer cuidar dos outros. Mas tento fazer isso mais na prática do que na palavra. E se eu não posso cuidar na prática, reforço mais a palavra. Mas a verdade é que eu me preocupo mesmo, principalmente com as pessoas que amo.
Então, se eu digo "cuide-se", pode saber que me preocupo e gosto de você. Que é preciso que se cuide porque você é muito importante pra mim. Sem exageros e sem dramas. Porque se eu pudesse, eu mesma cuidaria.
Cuidem-se.
Leca Castro - 04/03/15
================
Desde pequena, sempre me senti a protetora dos meus coleguinhas. Tomava conta pra que não se machucassem e ficava brava quando eram descuidados. E fui assim também com meu irmão, meus pais, meus avós, primos. todos em geral.
À medida que fui crescendo aprendi a cuidar de mim, mas continuava com a preocupação com os outros, apenas era mais forte com quem realmente eu me importava. Eu tinha 19 anos e no serviço já me chamavam de "mãezona". Era um apelido carinhoso e eles sabiam que podiam contar comigo.
Claro que nem todos entendiam meu cuidado e me julgavam, pensavam ter um interesse por detrás, achavam que era um jogo pra aparecer, chamar a atenção ou até mesmo, pra conquistar. E nunca foi. Até pra com quem eu gostava (romanticamente falando) eu agia da mesma forma, mas de um jeito mais particular.
E hoje, mesmo sendo mãezona de verdade (tenho uma filha), ainda tenho esse hábito de querer cuidar dos outros. Mas tento fazer isso mais na prática do que na palavra. E se eu não posso cuidar na prática, reforço mais a palavra. Mas a verdade é que eu me preocupo mesmo, principalmente com as pessoas que amo.
Então, se eu digo "cuide-se", pode saber que me preocupo e gosto de você. Que é preciso que se cuide porque você é muito importante pra mim. Sem exageros e sem dramas. Porque se eu pudesse, eu mesma cuidaria.
Cuidem-se.
Leca Castro - 04/03/15





