08/09/2012

Algumas pessoas tornam-se especiais fazendo exatamente o que quase ninguém costuma valorizar. O ato de ouvir, de partilhar, de comungar, de procurar entender. Vivemos tão egoisticamente que esquecemos de atender necessidades daqueles que dizemos amar. “Dizemos”, porque realmente achamos que amamos, mas não, ledo engano. Apenas necessitamos da pessoa para uso próprio. Quando amamos dizemos que “Beltrano é meu”, quando o certo deveria dizer que “sou de Beltrano”. Ultimamente ninguém anda sendo de ninguém, mas todos querem que alguém seja seu. E são essas possessões que vão desgastando relações mundo afora. 

Não possua… seja!


Leca Castro - 24/07/12


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